Foi quando senti um fisgão um solavanco. Fazendo-me parar, nunca soube o que era, mas às vezes adentravam-se em meus pulmões. Mas agora sei o porquê disso, era a nossa separação. Os fisgões eram as cordas que me ligavam a ti arrebentando, rasgando-me a pele, nos libertando.
Era eu seguindo em frente e você ficando pra trás.
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